Porque acreditar que desenvolver em baixo nível é mais difícil que desenvolver em alto nível é uma falácia

Isso mesmo, uma FA-LÁ-CIA.

É bem comum ver a GALERA falando que programar em baixo nível é difícil. As variações  vão desde: “oloko o cara sabe assembler manja muito” até “nossa cara não consigo entender nada de C” e “cacete o Gaigalas com esse cabelo parece uma mina”. Não, pera ai, isso quem fala sou eu. rsrsrs

Na verdade, desenvolver em baixo nível é mais simples que desenvolver em alto nível. Sim, meus caros. Assembly é mais simples que Java ou Python, na minha orgulhosa e arrogante opinião. E no decorrer desse post, vocês vão se curvar a minha opinião como vassalos! Muahahahahhahahaha!

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A Liberdade do Android

Claro que o Android é livre. “Livre” está no top 4 palavras mais genéricas do universo logo após “pop”, “rock” e a expressão “pop/rock”. O fato é que liberdade é relativa, você não pode simplesmente interpretá-la da forma que você quiser.

A liberdade do Android não é pra você. Não é ter mais apps gratuitos, ter código aberto ou ser desenvolvido por um consórcio. Não é poder aplicar ROMs customizadas no aparelho ou nada parecido. A liberdade do Android não é para os usuários.

Você não pode fazer o que quiser com o Android, ele não tem tudo que você precisa e nada nele é magia, apenas tecnologia. *Editor, por favor insira uma imagem da Feiticeira aqui*.

Quem tem liberdade são as fabricantes, que podem moldar o sistema operacional como bem quiserem. São as operadoras, que podem compreender como a stack de software de telefonia do aparelho funciona, que podem realizar modificações no aparelho antes de enviá-lo para o usuário. São os desenvolvedores que podem criar aplicativos para a plataforma.

FUI ENGANADO CADÊ MINHA LIBERDADE.

Talvez, ao invés de dizer “meu Android é livre chupa essa manga” o ideal seja dizer “meu Android é uma jogada genial do Google pra ganhar apoio de um exército de empresas e acelerar o desenvolvimento de uma plataforma única em tempo recorde o que faz esse sistema ter um maior potencial de crescimento”, mas provavelmente você não terá pulmões pra falar tudo isso sem algumas vírgulas.

Isso não é um post

Na primeira vez que vi “A Traição das Imagens” de Magritte, um quadro com apenas um cachimbo e uma frase, surgiu uma complexa cadeia de pensamentos, contextos culturais, sociais e políticos que  culminaram em um unânime “af, serião?” no meu cérebro seguido de um imenso sentimento de “não acredito que isso é arte”. A expressão em francês escrita na obra significa “Isto não é um cachimbo”, o que torna tudo ainda mais suspeito.


Eu poderia dizer que só entendi o real significado dessa obra quando entendi REST, porque ambos estão intimamente conectados. Seria um ótimo gancho pra começar a falar da tecnologia. Mas na verdade eu já sabia o que a obra significava porque tinha lido na Wikipedia. De qualquer forma, acho justo utilizá-la como exemplo porque pretendo deixar esse texto mais longo e cheio de referências obscuras. Ler mais »

O sistema de [in]segurança do Banco do Brasil

Primeiro eu gostaria de falar oi para os internautas: oi internautas. Agora eu queria falar de uma coisa muito séria. CAPTCHAs são ridículos. Sim, CAPTCHAs são falhos e a maioria é facilmente burlável. Opa, você não sabe o que é CAPTCHA? CAPTCHAs são aquelas letrinhas que você não consegue digitar quando quer fazer alguma coisa na internet, tipo um perfil falso no orkut para estalkear aquela gatinha. O termo CAPTCHA significa Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart, que, em tradução livre, quer dizer “método inseguro e sádico para descobrir se você é um humano ou não”.

Fonte: http://xkcd.com/632/

Fonte: http://xkcd.com/632/

Mas o motivo desse post não é a existência do CAPTCHA em si, e sim algo que eu descobri recentemente. Não sei há quanto tempo o Banco do Brasil faz isso, mas eu fui fazer uma trasferência de 100 milhões de reais hoje para pagar a conta do bar que meu amigo Bill Gates pagou ontem, e me deparei com essa surpresinha no site do net banking do Banco do Brasil:

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Histórias de Projetos em TI, parte 1

Até hoje eu reflito e não me conformo como não pude identificar que aquele projeto, lá no passado, estava claramente destinado ao fracasso.

Eu era o mais novo programador júnior a ingressar em uma equipe de desenvolvedores, analistas e DBAs engravatados que trabalhavam com tecnologias de no mínimo 5 anos atrás: um típico ambiente corporativo. Ler mais »

THE INTERNET

Esse é o primeiro de uma série de posts que talvez nunca tenha continuação. Pra falar a verdade, talvez esse rascunho que estou digitando nesse exato momento seja descartado e eu jamais comece essa série.

Por isso é tão complicado manter uma sérHAHAHAHAHAHA chega desse meta-mimimi de problogger sem assunto, não é mesmo? Vou falar sobre tecnologias que você usa diariamente mas é um completo ignorante em relação a forma como elas funcionam, que tal? Ler mais »

Ciência da Computação e o mercado de trabalho #2

 

No post anterior, algo propositalmente não foi discutido: em momento algum tentei convencer alguém de que o conhecimento da CCP era útil. E não fiz isso por um motivo simples: tava com uma puta preguiça.

Não, perai. Eu não fiz por outro motivo: porque eu na verdade não queria convencer ninguém naquela hora a cursar CCP, e sim a parar de querer de estranhamente mudar a grade curricular de um curso que as pessoas não compreendiam as premissas ou evitavam compreender (Clarice Lispector feat. Edsger W. Dijkstra).

Agora sim eu quero te convencer a fazer CCP, porque a Ciência é linda e tal. O conhecimento científico aprendido na faculdade é foda e definitivamente será útil na maioria dos ambientes de trabalho, ainda que as pessoas achem que a única coisa que um programador precisa saber é programar em determinada linguagem.

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Ciência da Computação e o mercado de trabalho #1

Sempre vejo gente reclamando que seu curso de Ciência[s] da[e] Computação (CCP, pros macho) não estava preparando-o para o mercado de trabalho, pois as tecnologias que aprendiam no curso não eram utilizadas no emprego. Por exemplo, muita gente reclamava estar aprendendo Pascal no primeiro ano quando o que estava bombando nas empresas era o Java.

Eu pensava: – pooooooooooooooooxa, tentar se preparar para o mercado de trabalho com curso de ciências não dá. E o argumento padrão contra esse tipo de comentário é: – você aprende conceitos e não tecnologias. O problema é que, apesar de eu concordar com esse argumento, talvez ele esteja refutando a coisa errada (ou esteja refutando apenas parcialmente a coisa certa).

Uma pequena nota antes de continuar: antes que você, leitor lindo deste singelo site, pense que eu vou tentar te convencer a frequentar um curso de Ciências da Computação, saiba que meu intuito é diferente. Eu quero é justamente tentar te convencer a não cursar essa graduação. Ou quase isso.

Longe de eu querer dar um aval global sobre todas as críticas de todos os alunos sobre todos os cursos que este cursaram nesse Brasilzão lindo de dar dó, mas, na minha humilde opinião, muitas dessas críticas estão simplesmente equivocadas no que tangem ao que deve se esperar de um curso de CCP. Ler mais »

Guide of the IT of the Assholes – Site Corporativo

Hello friends of my dear. Hoje esse mini-capítulo do Guia da TI Babaca é sobre como criar um site dinâmico, moderno e sério pra sua empresa.

Termos quentes (anote para utilizar em relatórios e reuniões): dinâmico.

O seu site é a imagem que sua empresa transmitirá na internet, deve ser profissional e bonito. Você não quer passar vergonha com ele né? Mas também não quer gastar dinheiro, cortar custos é super importante! Risos, risos risos risos.

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Netiqueta

ATENÇÃO: esse é um post moralista. Leia por sua conta e risco. =^.^=

A internet também possui suas normais sociais, também chamada de netiqueta, uma etiqueta para a internet (nossa que explicação foda). Da mesma forma que as madames da vida real se irritam quando você não troca a faca de mãos para cortar uma carne, as madames da internet se irritam quando você escreve em maiúsculo na sua rede social preferida.

Mas, por que há a necessidade de se comportar com glamour na internet? Por que as pessoas que são “feias” não podem por suas fotos nos álbuns do Orkut? Por que elas não podem gostar de gifs animados coloridos e piscantes e poeminhas cheios de clichês? Essas convenções sociais são ditadas de quem se julga a “aristocracia da internet” (a classe média).

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