Orientação a Objetos: Encapsulamento e Interfaces, por Dalai Lama

Lorem Ipsum (bom dia em inglês) meus caros. Hoje vou falar sobre duas coisas mais interligadas do que goiaba e bicho de goiaba: Projeto de interfaces e encapsulamento! É recomendável que você ao menos finja que tenha lido os outros artigos da série.

Na OOP é muito mais importante conhecer a parte teórica do que a prática. Você pode saber como declarar classes, instanciar objetos, executar métodos e ainda sim fazer uma bosta de projeto totalmente inútil. Bom senso é a regra clássica, mas existem uns bons conceitos para estudar e melhorar seu intellisense mental.

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Orientação a Objetos: Testes unitários, por Dalai Lama

Boas vindas novamente pra você que está nessa jornada interior para decifrar o segredo da felicidade, o significado da vida e de todos os 1387 termos relacionados a OOP. Veja os artigos anteriores aqui e aqui.

Hoje o fabuloso Dalai Lama vai doar um pequeno farelo do grande biscoito de Dharma que ele cozinhou ao logo da vida para vocês e falar sobre os aspectos mais importantes sobre Testes Unitários (Unit Testing) e por que você deveria lamentar com lágrimas cada linha de código escrita sem eles.

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A identidade na web 7.0

Após o colapso da web 2.0, o nascimento da web 3.0, a vingança da web 4.0 e os subsequentes estouros das webs 5.0, 6.0 e 6.2 a nova tendência na web 7.0 é o controle de identidade.

Ok, vamos deixar os números de lado porque isso é coisa de gente tosca. E nós não somos homeopatas.

Identidade na web? Que merda é essa?

Ninguém sabe ainda. Depende. Varia. Tava impedido. As discussões são muitas.

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Orientação a Objetos, por Dalai Lama – parte 1.5

Galera ele voltou: Tenzin Gyatso, o décimo quarto Dalai Lama em pessoa voltou cheio de sabedoria pra vocês arrasarem na Programação Orientada a Objetos (OOP para os iluminados). Se você perdeu a última, ainda dá tempo de ler aqui nesse link maroto.

Vai na manha devagarzinho estuda com calma

Vai na manha devagarzinho estuda com calma

Esperamos do fundo dos nossos corações ainda abalados pelo cancelamento de Firefly que com essa série de artigos uma quantidade de pessoas suficiente para criar uma consciência coletiva emerja do caos e salve a pele de vários programadores dedicados que insistem em fazer o certo. Sim, esperamos que vários gerentes e coordenadores de projeto adotem e incentivem a OOP como instrumento de produtividade e não encarem-na como um obstáculo.

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Orientação a Objetos, por Dalai Lama – parte 1

Hoje teremos aqui um convidado especial: a vossa santidade o Dalai Lama explicando pra vocês o sensacional conceito de orientação a objetos no mundo zen da programação! (se você não é programador,  não quer ser e/ou tem raiva de quem é aperte Ctrl+W para ver um vídeo educacional).

Presta atenção que eu sei que você não manja nada de Orientação a Objetos seu danado

Presta atenção que eu sei que você não manja nada de Orientação a Objetos seu danado


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Computação Inspirada na Natureza: WTF? – Parte 1

Ou Computação Inspirada na Natureza: Inspirando nossos algoritmos na Natureza (ou no que achamos que ela é). Isso dá certo, campeão?

Antes de viajar, vamos para o que é realmente ciência:

A Computação Inspirada na Natureza (CIN) é um ramo da computação que pretende se inspirar em situações naturais para criar algoritmos ou técnicas para se resolver problemas (oohh, que explicação ótima). A CIN agrega a Computação Bioinspirada (CB), que se inspira em processos da vida para se criar algoritmos e, também agrega outros algoritmos inspirados em coisas da natureza que não são necessariamente vivas.

Dentre as diversas e crescentes áreas de pesquisa da CIN, existem duas áreas que considero muito interessantes: Computação Evolutiva (CE) e Inteligência de Enxames (IE). Pela CE, a técnica mais conhecida muito por certamente são os Algoritmos Genéticos (AG). Tanto os AGs quanto todos as outras técnicas dentro da CE são baseadas nas teorias de Seleção Natural e Evolução Natural de Darwin.

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O novo iPhone 4

O iPhone 4 está sendo lançado pela Apple hoje. E devido a esse motivo, você não vai ler absolutamente nada sobre ele aqui.

Ao invés disso, você que chegou do Google achando que veria uma notícia sobre o mais novo hype da Apple, por que não ler algo realmente interessante? Por que não procurar saber sobre a tecnologia de verdade, e não um produto comercial que vende bem por motivos análogos aos motivos do É o Tchan ter feito sucesso no Brasil? Ler mais »

Zeebo e Sistemas Embarcados: uma pequena crítica

Olá meus amigos e o Alexandre, cá estou pela primeira vez para fazer meu primeiro post no Pla.net.br.

E já vou contrariar tudo que está escrito no Sobre sobre falar de produtos e tal. Ou talvez não.

Estive em uma discussão recentemente sobre o Zeebo, video-game “puramente” brasileiro, fabricado pela Tec-toy. “Puramente” em aspas, porque, na verdade, ele só foi montado no Brasil. Todo hardware dele é fabricado lá fora. Mais precisamente, o hardware dele é fabricado pela empresa estado-unidense Qualcomm.

Particularmente, eu era/sou um grande entusiasta desse video-game. Acho que um projeto de video-game brasileiro só nos traz benefícios. Um video-game novo em um mercado novo é tudo que o pessoal que gostaria de programar jogos queria: é a possibilidade de disputar com gente do seu nível de conhecimento e experiência no mercado. E SERIA ABSOLUTAMENTE IMPRESSOCRÍVEL VER ESSE MERCADO CRESCENDO NO BRASIL.

Infelizmente, é muito difícil você disputar em um segmento de mercado com quem já sabe o que faz. Você tem que ter sorte ou ser realmente super-fantasticamente bom naquilo. Uma tirinha dos Malvados para você entender como as coisas são:

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Protocolos abertos para microblogging

Enquanto os serviços de microblogging ficam se imitando, um grupo de pessoas que talvez use drogas recreativas e não pensa em ganhar dinheiro está criando algo realmente útil nessa área, Open Micro Blogging e Semantic Micro Blogging.

Você que é problogger e limpa a bunda com cheques do AdSense sabe o quão fácil é um blog comunicar-se com outro. Trackbacks, Pingbacks e uma porção de protocolos fazem com que você consiga sobreviver sem depender de uma empresa SATÂNICA específica.

Galerinha levando sermão

Galerinha levando sermão em Mountain View

O OMB (pra quem esqueceu que já falei disso lá em cima, significa Open Micro Blogging) e o SMOB (Semantic Micro Blogging) são um conjunto de especificações para que serviços de microblog como o Twitter comuniquem-se entre si de maneira transparente.

Imagina que feeling ter uma conta no Twitter e poder seguir alguém no Facebook, comentar seus status, receber respostas e tudo mais sem ter que se cadastrar e preencher um CAPTCHA cuidadosamente elaborado pelo diabo para ser ilegível. Comunicação entre redes sociais por um protocolo aberto, isso sim é uma vibe.

Mas Feiticeira, como posso obter esse incrível objeto de desejo? Não pode. Quer dizer. Pode se você usar o identi.ca ou serviços baseados no status.net, que são exemplos de serviços que aderem ao OMB. O Twitter, sem nem dar satisfações, simplesmente disse “foda-se” e não vai implementar o protocolo em sua API. A estimativa é que em 2 anos 60% do seu tempo de vida será ocupado cadastrando-se e associando redes sociais umas com as outras em um loop infinito.

Resumindo, se você teve preguiça de ler todos os parágrafos: Inventaram algo que pode tornar o ato de microblogar mais interessante e aberto, mas o Twitter é que o big player dessa parada, não vai usar simplesmente porque ele pode.

Transparência de Informação no Governo do Reino Unido

E foi mais ou menos assim que o governo do Reino Unido contratou a Talis para fazer um projeto sensacional:

-E aí rapaziada como vai?
-Falaê, tudo certo?
-De boa. Seguinte: Preciso pegar todos os dados do planejamento do governo do Reino Unido, fazer um bem bolado e botar num site cheirosinho onde estão os centros de investimento mais importantes aqui na minha goma, rola um protótipo?
-Tá tirando mané? Agente apronta a parada completa em duas semanas.
-Fechô.

É uma aplicação para explorar os investimentos em diversas áreas do Reino Unido, pública e feita toda sobre tecnologias da Web Semântica. São dados coletados de diversos órgaos dentro do Reino Unido, consolidados em uma estrutura universal e abertos ao mundo.

BIS Research Funding Explorer

BIS Research Funding Explorer

Enquanto seu governo publica páginas com links quebrados e documentos do Word 97 fedorentos com dados já interpretados, a galerinha que fala engraçado lá no velho mundo expõe os dados usando tecnogias que permitem você acessá-los de maneira direta e consultá-los como um banco de dados, não uma meia dúzia de relatórios manés.

A Web Semântica não se limita ao governo do Reino Unido. É um conjunto de tecnologias que está aos poucos encorpando, ganhando peitinhos e chamará a atenção de vários marmanjos no futuro.

Desenvolvedores interessados nesses dados podem queimar seus neurônios embebidos em cafeína para gerar inúmeras interpretações para essa massa de informação da forma que bem entenderem de maneira tão ou até mais versátil do que fazer uma aplicação pro Twitter ou Facebook.

Usuários normais podem explorar as informações diretamente no portal do governo ou usar uma das várias apps criadas por qualquer desenvolvedor.

As possíveis aplicações para dados assim no Brasil seriam muitas. Tenho certeza que seria possível traçar uma correlação entre a estréia do Zorra Total e o aumento das doenças mentais em grandes metrópoles, talvez até tirar o programa do ar…